terça-feira, 19 de maio de 2015

Medicina Yin e Yang: A ciência do equilíbrio

A Medicina chinesa é muito mais do que acupuntura e muito menos misteriosa do que parece. Depois de milhares de anos, o Ocidente começa a descobrir os segredos do Yin e do Yang - a chave da saúde.
por Lúcia Helena de Oliveira
  Problemas não escolhem hora nem lugar, diz o ditado. Assim, no meio de uma visita à China, em 1972, o jornalista americano James Reston, vítima de uma súbita apendicite, teve que ser internado às pressas. O hospital era tão bem equipado quanto qualquer outro do Ocidente e a cirurgia poderia ser chamada de convencional, não fosse o fato de Reston ter permanecido acordado e de as drogas anestésicas terem sido substituídas por algumas agulhas espetadas em seus braços.
Mais notável ainda é o caso do guitarrista Kalau, pseudônimo de Christian Keul, líder da BAP, a primeira banda alemã de rock a se apresentar na China, há um ano. Pouco antes de começar o concerto, Kalau caiu do palco, batendo o joelho no cimento com tanta força que quase desmaiou de dor. O espetáculo seria cancelado, quando um chinês, de 30 e poucos anos, ofereceu ajuda. “Ele passava a mão sobre o joelho sem tocá-lo e quando, finalmente, jogou algo imaginário no machucado, as dores desapareceram”, conta o roqueiro, que, então, pôde voltar ao palco.
Os episódios refletem uma bifurcação existente na China, onde o paciente pode escolher entre tratamentos da Medicina ocidental — como cirurgias — e terapias milenarmente usadas pelos orientais como massagens. Os médicos chineses também podem optar por uma formação ou por outra, pois existem tanto faculdades de Medicina ocidental quanto de Medicina tradicional. Mas o que se ensina nelas é bastante diferente, a começar pelas técnicas de diagnóstico. Quem cursa a faculdade de Medicina tradicional, por exemplo, leva cinco anos aprendendo a perceber detalhes de seus futuros pacientes, como a aparência da pele, o jeito de andar, o aspecto da língua e os 28 tipos de pulsação descritos pelos chineses.
As noções de fisiologia da Medicina tradicional chinesa também são completamente diferentes. É onde entram os conceitos, cada vez mais falados no Ocidente, de Yin e Yang. Há quatro anos o fisiologista Marco Aurélio Dornelles, da Universidade de Campinas, embarcou para a China, a fim de fazer um curso de Medicina tradicional, com duração de quatro meses. “Metade desse tempo eu perdi só para assimilar Yin e Yang”, conta ele com voz mansa e forte sotaque gaúcho. Yin e Yang, segundo os orientais, são pólos opostos de uma energia chamada Qi (pronuncia-se “tchi”),que está presente em tudo no Universo.
Saúde, por este ponto de vista, é a energia interna do organismo equilibrada e em harmonia com as energias do ambiente. Alguém com muito Yang, por exemplo, será agitado; muito Yin, porém, leva a estados de desanimo. O balanço adequado de Yin e Yang, contudo, ainda não é suficiente. Entre um extremo e outro, de acordo com a Filosofia chinesa, existem cinco diferentes estados de energia, correspondentes a cinco elementos: madeira terra, metal, água e fogo.
Parece um jogo infantil: a madeira alimenta o fogo; o fogo, por intermédio da cinza, forma a terra; a terra gera o metal; o metal derrete e vira água; e a água alimenta a madeira. Mas, ao mesmo tempo que um elemento produz o outro, eles também se anulam: o fogo derrete o metal e este corta a madeira; a madeira invade a terra, que represa a água; a água finalmente apaga o fogo. Isso, aparentemente, nada tem a ver com Medicina. Para os chineses porém, sem isso nem há Medicina. Pois cada uma dessas energias, para eles, controla um dos órgãos que regem a orquestra do organismo — os rins, o baço, o fígado, os pulmões e o coração. Estes, por seu lado, governam cada qual uma série de outros órgãos.
Por isso, para a Medicina chinesa, uma doença nunca afeta uma parte do corpo isoladamente. Por exemplo: o pulmão é metal; logo, ele alimenta os rins, que são água. Isso significa que um pulmão fraco enfraquece os rins. E, como os rins controlam os ossos, estes também se prejudicam. Reumatologistas franceses constataram recentemente que pessoas que sofreram na infância de problemas pulmonares, como bronquites, costumam ter doenças nos ossos entre os 50 e 60 anos de idade. O que os cientistas constatam hoje já foi observado há quase 5 mil anos, no Nei ching (“O tratado interno”), o primeiro livro conhecido sobre acupuntura, a terapia baseada na aplicação de agulhas em pontos do corpo. Nele já se descrevia o câncer — explicado como conseqüência de emoções reprimidas, que acabariam por criar uma energia autodestrutiva no organismo.
Para os chineses, corpo e mente são inseparáveis. “Até hoje, não entendo como se tratam úlceras com medicamentos para o estômago, quando todos estão cansados de saber que ela é uma doença ligada à ansiedade”, reclama, inconformado, o médico Jou Eel Jia. Chinês da província sulina de Zhuangzu, com 33 anos, formou-se no Brasil e voltou ao seu país para se especializar em Medicina tradicional. Desde 1981, clinica em São Paulo.
“A maioria das pessoas presume que um tratamento se faz exclusivamente à base de agulhas”, explica ele. “Mas, além da acupuntura, a Medicina chinesa conjuga dietas, exercícios, massagens e, principalmente, ervas.” Os chineses, que conhecem quase 6 mil espécies de ervas, acreditam que há sempre um chá capaz de resolver um problema. Assim, dente-de-leão, que no Ocidente é considerado capim, para os chineses é um ótimo regulador de hormônios. Em casos de artrite, a beberagem é uma infusão de angélicas. Já folhas de cebola são eficazes para estancar hemorragias — e por aí afora. Uma típica receita de chá combina, em média, de três a quinze ervas, para que uma corte os possíveis efeitos colaterais da outra.
As grandes farmácias, na China, chegam a aviar 2 mil receitas dessas diariamente. Com a modernização do país nos últimos anos, algumas farmácias já estão automatizadas, com máquinas que distribuem as ervas nas proporções indicadas pela receita, sem contato manual. O uso de ervas na Medicina oriental não se confunde, porém, com o da homeopatia, modalidade de Medicina ocidental que também lança mão de medicamentos naturais. “Uma erva e uma pílula feita à base dessa erva não são idênticas”, explica Jou. “As duas terão o mesmo efeito sobre certo sintoma, já que os radicais (átomos que determinam as características da substância) de suas fórmulas químicas são iguais. Mas a erva, por ter ainda a energia, ou o Qi, agirá sobre as causas.”
Os exercícios físicos também são uma importante terapia para os orientais. Na Medicina chinesa, movimentar-se é deixar fluir a energia do corpo — e nesse fluir está a saúde: Assim todas as manhãs, milhões de chineses podem ser vistos em lugares públicos, praticando sossegadamente o Tai Chi Chuan (“O máximo do extremo”) uma ginástica que mais lembra um balé em câmera lenta. Mas o chinês imóvel, de olhos fechados em plena rua, que de repente faz um movimento brusco, quase espasmódico, não está fazendo propriamente ginástica. Ele está, isto sim, exercitando-se nas arcaras artes do Qigong (que significa “a técnica da energia” e pronuncia-se “tchigon”), talvez a mais procurada forma de tratamento na China, depois das ervas.
O roqueiro alemão Kalau certamente foi tratado por um mestre de Qigong. Os chineses, dizem os mestres dessa espécie de massagem sem força mecânica, aprendem a acumular energia, a fim de passá-la, através das mãos, para o corpo da pessoa doente ou com dor. Atualmente, o Qigong já é ensinado nas faculdades de Medicina tradicional da China, mas durante muito tempo os seus segredos eram passados de mestre para discípulo, como uma iniciação da qual, aliás, as mulheres estavam excluídas. Até hoje, só 20 por cento dos massagistas de Qigong têm formação médica.
É o caso de Kong Li Chi, ex-médico de várias seleções olímpicas chinesas, que veio ao Brasil em maio último. O Qigong faz parte de sua vida desde a infância, quando observava o avô materno exercitar-se. “Ainda treino de uma a duas horas por dia”, conta ele, aos 44 anos. Quem o vê nesses momentos tem a impressão de que está apenas fazendo leves movimentos circulares com os braços. Mas a aparência engana: ao tocá-lo, nota-se que emprega toda a sua força muscular nesses movimentos. Para manter a energia que capta com esses exercícios, um mestre de Qigong não pode fumar nem beber, deve dormir no mínimo oito horas por dia e, se adoecer, mesmo que se trate de um reles resfriado, não pode fazer a massagem, porque deve passar uma energia absolutamente saudável para os outros.
A existência dessa energia já foi registrada por aparelhos sofisticados como os de ressonância magnética, que utilizam ímãs poderosos para obter imagens do organismo. A Academia de Ciências da China compara a energia do Qigong à radiação infravermelha de baixa freqüência. Tamanho é o prestígio do Qigong ali que as grandes estrelas do esporte chinês têm um massagista dessa técnica em sua equipe. Pois se acredita que o Qigong não só resolve problemas como distensões e torções mas também elimina dores e dá energia extra para o atleta competir.
Nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, Kong foi massagista do ginasta chinês Li Ning. Talvez não por acaso, Li conquistou três medalhas de ouro e uma de prata, sendo chamado pela imprensa americana de “a torre de força”. Outras massagens orientais diferem do Qigong por não transferir a energia de uma pessoa para outra e sim desbloquear a própria energia: e o caso do Shiatsu e do Do-in — este, uma automassagem —, já bastante difundidos no Ocidente. Essas massagens são feitas sobre os meridianos, os canais por onde, segundo os chineses, passa a energia do corpo.
Existem catorze meridianos principais. Quando a energia se desequilibra ou fica bloqueada em um deles, então adoecem os seus órgãos correspondentes. Os chineses acreditam que a aplicação de calor sobre determinados pontos dos meridianos pode fazer tudo voltar ao normal, por isso queimam bolas de ervas compactadas, chamadas moxas, sobre a pele. Mas, em geral, os pacientes preferem as célebres agulhas da acupuntura. Os médicos ocidentais sabem até por que a acupuntura funciona em casos de dor, pois constataram que ela ajuda o cérebro a liberar endorfina, o analgésico natural do organismo.
“Associadas a pequenos estímulos elétricos, durante meia hora, as agulhas permitem que uma mulher suporte uma cesariana”, informa o médico Jou Eel Jia. O médico paulista Júlio Abramczyk conta, impressionado, que num congresso internacional de Cardiologia, em Washington, há dois anos, os chineses relataram um estudo sobre mil casos de cirurgia de troca de válvulas cardíacas. Em todos eles, sem exceção, a única anestesia usada foi a acupuntura.
Mas ainda não está claro para os ocidentais se e como as agulhas funcionam em casos que não envolvem dor. Não se sabe, por exemplo, por que uma agulha espetada no pulso cura bronquite. Para os chineses, esse é um falso problema: a resposta, como sempre, está no Yin e Yang, os dois pólos da energia vital, postos em equilíbrio no ponto do pulso correspondente ao pulmão. “Da mesma forma como posso provocar a produção de endorfinas, posso estimular a produção de qualquer hormônio”, desafia Jou. Ele conta que, certa vez, trabalhando no ambulatório de um hospital em São Paulo, espetou duas agulhas numa mulher que não tinha leite para o filho recém-nascido. “Vinte minutos depois, os seios começaram a inchar e liberar leite. As agulhas só fizeram estimular a produção do hormônio prolactina.”
Desde a recente abertura chinesa para o mundo, os próprios orientais passaram a buscar explicações para a sua Medicina nos conceitos da Medicina convencional do Ocidente. Da mesma forma, nos Estados Unidos, França e Alemanha, uma batelada de pesquisas ainda não concluídas trata de observar as alegadas maravilhas da Medicina chinesa com olhos ocidentais. Uma grande preocupação dos cientistas é separar nitidamente técnicas médicas de eficiência comprovada (embora sustentadas em teorias algo nebulosas) da simples charlatanice, como a que se pratica em certos consultórios de fundo de quintal, a título de Medicina chinesa.


Fonte:  Super interessante , 13 outubro 1988

Estudo mostra que ibuprofeno e diclofenaco aumentam riscos de AVC

Medicamentos analgésicos usados por milhões de pessoas diariamente têm sido associados a um maior risco de arritmia cardíaca, o que poderia provocar um acidente vascular cerebral.

 A chance extra de desenvolver a fibrilação atrial é de 84%, afirmam pesquisadores holandeses.

 A arritmia é uma das principais causas de AVC, pois as câmaras superiores do coração ficam fora de um ritmo regular e batem muito mais rápido do que o normal, o que faz com que o sangue se acumule e forme um coágulo.

 No Brasil milhões de pessoas com artrite tomam analgésicos, incluindo antiinflamatórios, como o diclofenaco e o ibuprofeno. No estudo, a saúde cardíaca de 8.423 pessoas, com idade de 55 anos ou mais, foi monitorada desde 1990, em Roterdã, Holanda.

 Os casos de fibrilação atrial foram diagnosticados usando gravações rítmicas do coração, enquanto os detalhes dos medicamentos prescritos foram recolhidos em farmácias. Durante o período de acompanhamento médio de pouco menos de 13 anos, 857 participantes desenvolveram fibrilação atrial. Destes, 261 nunca tinham usado antiinflamatórios quando foram diagnosticados, enquanto 554 já haviam usado, e 42 estavam ingerindo estes medicamentos no momento da pesquisa.
O uso atual foi associado a 76% de maior risco de fibrilação atrial do que para aqueles que nunca haviam tomado analgésicos. Idade, sexo e problemas cardíacos subjacentes foram levados em conta.

 Percebe-se que os antiinflamatórios podem contribuir para problemas de ritmo cardíaco pelo aumento da pressão arterial como um resultado da retenção de líquidos. Bruno Stricker, do Centro Médico Erasmus, em Roterdã, disse que a pesquisa anterior tinha mostrado uma ligação entre fibrilação atrial e esses analgésicos. "Nossos resultados também sugerem que o aumento do risco ocorre logo após o início do tratamento e podem desaparecer ao longo do tempo", acrescentou. “Apesar dos antiinflamatórios não serem muito eficazes para o tratamento da dor, é importante que ambos os riscos e benefícios sejam considerados cuidadosamente antes de serem prescritos”.

Só no Reino Unido, no ano de 2010, mais de 17 milhões de prescrições foram emitidas para analgésicos.

 O ibuprofeno pode ser comprado com farmacêuticos e em supermercados, além de comprimidos contendo diclofenaco em doses muito mais baixas do que na prescrição. Cerca de dez anos atrás, a droga anti-artrite Vioxx foi tirada do mercado por conta do aumento do risco de ataques cardíacos e derrames.

 A pesquisa, publicada na revista médica The Lancet, descobriu que o naproxeno foi o analgésico mais seguro. Os pesquisadores analisaram também que as doses de analgésicos prescritos pelos médicos equivalem ao dobro da quantidade diária recomendada para dores de cabeça e outros males menores.

 Fonte: Jornal Ciência - Estudo de 13 anos com 8.423 pessoas mostra que ibuprofeno e diclofenaco aumentam riscos de ter AVC

Leia mais: http://forum.noticiasnaturais.com/Topico-estudo-mostra-que-ibuprofeno-e-diclofenaco-aumentam-riscos-de-avc#ixzz3aaXkK1th

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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Especialista dá dez dicas para manter joelhos saudáveis e longe de lesões

Sedentarismo é o principal responsável pelo desequilíbrio e fraqueza muscular com repercussões. Fortalecimento da região é muito importante.Hoje existe um consenso mundial de que o sedentarismo é o principal responsável pelo desequilíbrio e fraqueza muscular com repercussões no joelho. Vai começar a praticar um esporte e teme desenvolver lesões nos joelhos?

 Seguem algumas dicas preventivas baseadas em estudos atuais:

- Pratique esportes
 A construção de músculos fortes nos quadríceps e isquiotibiais (anteriores e posteriores da coxa) pode diminuir a dor e ajudar as pessoas a tolerarem melhor algumas doenças. Manter-se ativo também, ajuda a controlar o peso. A chave é saber seus limites.

- Peça orientações a um traumatologista do esporte
 Sabe-se hoje que algumas descobertas do exame físico predispõem a lesões. Exemplos incluem o alinhamento dos joelhos: estaticamente, joelhos em “x” (genu valgum) e pés planos; e dinamicamente, a fraqueza dos estabilizadores dos quadris (valgo dinâmico) e a pisada pronada, mensurada através da baropodometria. Os dois estão ligados estatisticamente a diversos tipos de lesão, principalmente entre corredores de rua. Um exame importante na avaliação pré-esportiva é o teste isocinético, pois determina desequilíbrios musculares e pode avaliar os tornozelos, joelhos e quadris.

- Peça orientações a um treinador
 O treinamento incorreto é considerado o principal fator ligado a lesões. Correr sozinho e sem orientações de um educador físico especializado na área pode, por exemplo, fazer com que o corredor adote posturas erradas e aumente subitamente volume e intensidade, também predispondo a lesões.

- Fortaleça o joelho
 O joelho atua como o principal dissipador de energia cinética no esporte. Ou seja, qualquer impacto ou força de explosão passa por esta articulação. A falta de preparo muscular pode não dissipar corretamente e causar sobrecarga com lesões a cartilagens, tendões e à membrana. O ganho do musculo anterior da coxa (quadríceps) é crucial para o preparo ao esporte, idealmente em uma academia sob a supervisão de um educador físico, evitando-se angulações e posturas lesivas.

- Fortaleça o quadril
 A musculatura do quadril vem, cada vez mais, ganhando atenção em traumatologia esportiva. Acredita-se que os músculos glúteo médio e mínimo, principais estabilizadores do quadril, quando fortes e de rápida contração, evitam que o joelho “caia para dentro”, fazendo com que a pessoa adote a postura que chamamos de “valgo dinâmico”, muito comum em mulheres que praticam corrida de rua.

balança eu atleta (Foto: Getty Images)
- Não exagere no treino
 Picos súbitos de treino visando determinada prova podem ser o “estopim” de uma lesão, principalmente se os tecidos do joelho já estiverem sobrecarregados.  Estudos têm demonstrado que, dentre as demais articulações, o joelho trabalha muito próximo aos seus limites fisiológicos e a dor após um treino exagerado pode demonstrar que uma lesão se instalou.

- Mantenha o peso controlado
 Para se ter uma ideia, a cada passo dado, o impacto de duas a quatro vezes do peso corporal é transmitido através da articulação do joelho.  Assim, quanto mais você pesa, mais forte é o impacto em seu joelho. Estudos mostram que, ao perder 10 kg de peso, é possível reduzir em ate 20% da dor dos joelhos com artrose.

- Cuidado com o calçado
 Tênis confortáveis e com bom amortecedor ao “toque do calcanhar” ajudam a tirar a pressão da articulação do joelho, através da promoção de alinhamento do membro adequado e melhoria do equilíbrio. Para as mulheres, aconselha-se evitar o exagero no uso de saltos altos, pois, além de causarem encurtamento da musculatura da panturrilha, também enfraquecem a musculatura anterior da perna.

- Melhore o equilíbrio
 O treinamento direcionado a determinada modalidade esportiva, quando aliado a exercícios de pilates, é indicado na prevenção de lesões nos joelhos por melhorar a propriocepção, que é a transferência de informação neurológica a partir uma parte do corpo para o cérebro e de volta novamente. A função de proprioceptores é a de melhorar nas articulações dos membros inferiores .

- Trabalhe as outras articulações
 Uma boa flexibilidade e bom arco de movimento do quadril e tornozelo ajudam a transmitir e dissipar melhor a força durante o esporte, evitando a sobrecarga nos joelhos.



Fonte: Blog Fisio Brasil





Dores, indigestão, problemas respiratórios? A causa pode ser o seu sutiã

Modelos inadequados  e  tamanho errado podem prejudicar a saúde feminina

 Você tem dores nos ombros, no pescoço ou dores de cabeça frequentes? Tem indigestão, intestino complicado ou mesmo gases constantes? Talvez o grande vilão responsável por tudo isso seja algo que você nem imagina: seu sutiã.


 De acordo com uma pesquisa realizada por uma marca famosa de roupas íntimas, 76% das mulheres no mundo estão usando o sutiã errado, e sofrendo problemas de saúde por causa disso.

 A grande maioria das entrevistadas diz que nunca encontrou um sutiã que servisse perfeitamente. Outras, admitiram que comprar o tamanho errado porque queriam um modelo ou cor específica, e que a loja não teria seu tamanho.

 Algumas, inclusive, admitiram ter comprado um tamanho diferente na esperança de que seus seios aumentassem ou diminuíssem com o uso. Em qualquer um dos casos, estas ações têm consequências terríveis para a saúde, de acordo com os médicos.

 A fisioterapeuta Sammy Margo, porta-voz da Chartered Society of Physiotherapy, na Inglaterra, explica que encontra “com frequência” casos de pacientes com problemas de postura e de dores no pescoço e ombros por causa de seus sutiãs.

— Se um sutiã está muito apertado, ele cria pressão nos nervos, músculos e veias dos ombros, pescoço, parte superior das costas e costelas. Isso acaba levando a dores musculares, dores de cabeça, pinçadas constantes e formigamento dos braços.

 Sutiãs muito apertados podem apertar a articulação acromioclavicular, causando dor e problemas de movimento. No caminho inverso, sutiãs muito folgados também são prejudiciais à saúde. Para compensar a falta de sustentação, as mulheres podem desenvolver má postura, problemas respiratórios e de digestão.

 A fisioterapeuta também alerta para a possibilidade de o uso de modelos errados de sutiã também prejudicar o formato e a textura da pele dos seios.

 Outro ponto que merece atenção são as alças do sutiã. Se estiverem muito apertadas, podem causar dores de cabeça, no pescoço e nas articulações do tronco.  


Fonte: Blog fisio Brasil


quinta-feira, 5 de março de 2015

Trate a condromalácia patelar com os pilates



Também conhecida como síndrome da dor patelo-femural ou joelho de corredor, a condromalácia patelar consiste em uma espécie de “amolecimento” e consequente degeneração da cartilagem patelo-femural

 Pessoas que sentem dores no joelho ao correr, com a sensação de “agulhadas”, podem estar com condromalácia patelar. Também conhecida como síndrome da dor patelo-femural ou joelho de corredor, a condromalácia patelar consiste em uma espécie de “amolecimento” e consequente degeneração da cartilagem patelo-femural.

O fator mais comum é o traumatismo que pode ser crônico, por fricções entre a patela e o sulco patelar do fêmur, ou agudo, como pancada e lesão aguda da cartilagem femoropatelar, com impedimento da nutrição ideal dessa estrutura devido às rachaduras originadas.
“A condromalácia patelar é o resultado de uma lesão da cartilagem femoropatelar que causa fissuras e provoca desconforto e dor ao redor ou atrás da patela”, explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates Spa & Estética, Bárbara Farias. 
SINTOMAS
O sintoma mais comum é a dor atrás da patela, especialmente nas subidas ou durante longos percursos com pedaladas lentas; Inchaço por baixo da rótula do joelho; Dor constante no meio do joelho; Dor durante uma corrida, ao descer ou subir escadas e ao ficar muito tempo sentado.
Ainda é possível que ocorra crepitação e estalos, muitas vezes audíveis, além de edema e derrame intra-articular, ocasionados pelo acúmulo excessivo de líquido sinovial formado no processo inflamatório.
Algumas pessoas têm predisposição a apresentar a lesão devido ao desalinhamento da patela, ao invés da patela percorrer o “trilho” formado pelos côndilos do fêmur na flexão e extensão, ela tende a deslocar-se para as laterais, aumentando o atrito entre os dois ossos. A posição da patela de forma mais alta que o normal também é um fator predisponente. As mulheres costumam ser mais suscetíveis a tal lesão, pois, em geral, possuem o quadril mais largo. Ocorre prioritariamente em atividades como balé, corridas, ciclismo, voleibol, etc.
"A condromalácia patelar pode ser classificada em quatro níveis, por isso é importante o tratamento mais breve possível para que a cartilagem não se desgaste totalmente, levando a sua perda total”, afirma a especialista.
TRATAMENTO
É importante analisar o grau da lesão adquirida, sempre tentando reequilibrar o alinhamento da patela, inicialmente através de tratamento fisioterápico, podendo associar a métodos analgésicos e anti-inflamatórios. A perda de peso, em determinados casos, pode ser recomendada para diminuir o estresse sobre a articulação patelo-femural. Em casos graves, muitas vezes é necessário tratamento cirúrgico, em que procedimentos combinados para tratamento do alinhamento patelar e tratamento da lesão da cartilagem podem ser realizados por via “aberta”, artroscópica (vídeo) ou mesmo combinada.
“O Pilates pode tratar o alinhamento patelar e a estabilização do quadro da condromalácia, isso porque o método proporciona exercícios de fortalecimento do quadríceps, alongamento dos isquiotibiais, que se encurtados implicam no aumento do atrito da patela com o fêmur, e são executados exercícios com um grau de dificuldade progressiva, evitando sobrecarga na articulação patelo-femural”, afirma a especialista.
Para tal, é preciso avaliar o nível de força e flexibilidade dos grupos musculares do indivíduo, para que se dê início à prescrição do programa de exercícios. No caso da condromalácia patelar são inclusos exercícios de potência, força, alongamento e mobilização do membro inferior, sempre com o cuidado de evitar sobrecarga na articulação em questão. 

Site- www.fitbodypilates.com.br

Caminhada: o que precisamos saber sobre ela?

A caminhada é uma das atividades físicas mais praticadas pelas pessoas. Ela é um exercício aeróbico muito utilizado, seja como meio de preservar a saúde e o peso corporal, seja pelas facilidades e comodidades que oferece: não tem custos; exige muito poucos equipamentos; não envolve grandes riscos e pode ter sua intensidade facilmente regulada. No entanto, e talvez por isso mesmo, a maioria das pessoas nunca se preocupou sobre como ela pode ser otimizada para produzir seus melhores efeitos e evitar seus riscos mais comuns.

A caminhada foi popularizada no Brasil pelo Dr. Kenneth Cooper, criador do método “Cooper”. Por isso, a atividade de caminhar é também chamada de “fazer Cooper”.

A caminhada é a reprodução acelerada do ato natural de andar que faz parte do repertório de atividades fisiológicas naturais desde a infância e por isso não precisa de nenhum aprendizado especial. Ela é uma excelente alternativa para todas aquelas pessoas que não são afeitas a nenhuma forma de esporte ou de atividade física e deveria ser realizada desde cedo, embora as pessoas mais jovens geralmente estejam envolvidas com estudo, trabalho, criação de filhos, etc. e nem sempre dispõem de tempo para caminhar regularmente todos os dias. A caminhada produz benefícios equivalentes aos proporcionados pela natação ou pelo ciclismo, por exemplo.

Como se preparar para a caminhada?

Antes de tudo, é necessário fazer uma avaliação médica que trace seu perfil de saúde/doença e determine quais as características que a sua caminhada deve ter.
Usar roupas leves e calçados adequados são requisitos essenciais. A roupa deve ser confortável e o calçado deve ter um solado que amorteça os impactos. A alimentação é outro requisito muito importante. Não se deve caminhar sem estar alimentado, pois o organismo precisa de nutrientes para acionar os músculos e se eles não forem corretamente supridos a pessoa pode começar a depauperar suas reservas orgânicas. Mas se quiser comer alguma coisa antes da caminhada, dê preferência às frutas, sucos e vitaminas de frutas, que são alimentos mais “leves”. Da mesma forma, a ingestão de pelo menos dois litros de água, distribuídos antes, durante e após o exercício é muito importante para compensar as perdas havidas durante o exercício. Também o alongamento deve ser tido como de fundamental importância e ser praticado tanto antes como depois da caminhada.



Como realizar a caminhada?

Para retirar todo o proveito que a caminhada pode oferecer ela deve ser feita corretamente, obedecendo à orientação de um profissional de educação física. Pequenas irregularidades, às vezes não notadas, podem ter grandes repercussões no organismo. Comece devagar e vá aumentando seu ritmo aos poucos, porque assim os riscos de complicações serão minimizados. Chegando ao fim da caminhada, o ritmo deve ser gradualmente diminuído. Cada caminhada deve começar com um aquecimento que evite distensões e terminar com um relaxamento que evite dores. As diversas variações possíveis na caminhada (frequência, velocidade, ritmo, etc.) dependem da idade e das condições físicas da pessoa e esta deve ser monitorada em seus parâmetros cardiológicos e respiratórios. Deve-se preferir caminhar no período vespertino, porém quando se mantém um horário fixo o organismo se adapta a ele.
Para melhoria do peso e do condicionamento físico a caminhada deve ser realizada de quatro a cinco vezes na semana ou, de preferência, todos os dias, a uma velocidade de pelo menos 7 km/hora. Comece sua caminhada com um tempo de trinta minutos, ou ainda menos, na primeira semana e vá aumentando o tempo e a intensidade gradualmente.
Se a pessoa tiver qualquer problema de saúde ou uma idade avançada, a caminhada não está liminarmente contraindicada, mas deve ser adaptada a essas condições especiais. Em muitas dessas circunstâncias o ato de caminhar pode inclusive ser benéfico.
O fumo e o excesso de álcool são antagônicos ao ato de caminhar. Procure não fumar e não beber em excesso! Não jogue fora por um lado os benefícios que estão sendo auferidos, por outro.
Caminhar é uma atividade para a vida inteira, portanto tenha sempre em mente a sua segurança. Procure caminhar preferentemente num solo plano e macio (de terra ou grama, por exemplo), sem buracos ou obstáculos e sem aclives e declives acentuados. O local deve ser bem arejado e de preferência cercado de vegetação, como parques, jardins ou praias, mas a caminhada também pode ser realizada na rua, em pistas atléticas, ginásios, academias, praças ou em outros locais. Evite caminhar sob sol ou frio intenso. Se caminhar na rua nunca o faça com fones de ouvido que impeçam de ouvir sons e buzinas.
Quais são os efeitos benéficos da caminhada?

Caminhar é uma atividade excelente para socialização quando realizada coletivamente e pode ser praticada por pessoas de qualquer idade. Caminhar pelo menos três vezes por semana, em ritmo acelerado, durante trinta minutos, reduz em até 58% o risco de doenças cardiovasculares que causam morte. Imagine caminhar todo dia!

A caminhada também reduz os níveis sanguíneos do colesterol ruim (LDL e VLDL) e aumenta os níveis do bom colesterol (HDL). Além disso, a caminhada ajuda a evitar a ansiedade, a depressão, a osteoporose, a artrose, os acidentes vasculares cerebrais, o câncer do intestino, reduz as gorduras localizadas, auxilia no tratamento do diabetes mellitus, provoca a oxigenação do cérebro e libera endorfina, substância que tranquiliza a pessoa e proporciona uma sensação de bem-estar. Caminhar também melhora as funções cardiovasculares, músculo-ligamentares, ósteo-articulares. O condicionamento físico que ela proporciona ajuda na perda de peso e reduz a pressão sanguínea.

A caminhada pode ser indicada para gestantes, pois ela prepara o corpo da mulher para o parto, melhora a sua capacidade cardiorrespiratória e ainda favorece o encaixe do bebê na bacia da mãe gestante. Antes de começar a caminhar, toda gestante deve passar por uma consulta com o seu obstetra.

Muitas pessoas dizem utilizar o período da caminhada para refletirem sobre seus problemas mais importantes e para tomarem decisões fundamentais para suas vidas.

Quais são os cuidados e os riscos da caminhada?

Os riscos da caminhada são muito pequenos, já que ela é uma atividade de baixa intensidade que pode ser facilmente regulada de acordo com as disposições de cada um. A frequência cardíaca durante a caminhada não deve ultrapassar 75-80% da frequência normal. A respiração não deve ficar ofegante e a pessoa deve ser capaz de manter uma conversação normal. Sobretudo as pessoas sedentárias devem começar com ritmos menores e ir aumentando aos poucos. Os iniciantes devem alternar um dia de caminhada com um dia de descanso. Os limites do próprio corpo nunca devem ser ultrapassados, mas sim ir aumentando aos poucos. Cada pessoa deve encontrar o seu próprio ritmo confortável e não procurar adaptar-se ao ritmo de outros caminhantes, eventualmente muito lento ou muito rápido. A caminhada não deve ser transformada numa competição! A qualquer sinal de dores, câimbras ou cansaço extremo, interrompa a caminhada.

Um médico deve ser consultado se após uma caminhada a pessoa se sentir tonta, excessivamente fatigada, com sudorese intensa (suar nem sempre significa perder peso ou maior esforço), com batimentos cardíacos irregulares, falta de ar ou dor no peito.
Fonte: www.abc.med.br

Acupuntura com ou sem agulhas diminui o consumo de remédios

Terapeutas oferecem opções para quem sofre com medo das picadas

POR MINHA VIDA - PUBLICADO EM 02/10/2007

É difícil quem busque a ajuda dela como primeira solução, num comportamento, aliás, que os especialistas em medicina oriental não criticam. "A acupuntura não tem a intenção de substituir a medicina tradicional, ela é complementar" , afirma a terapeuta Thais Pamplona, formada pelo Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos e integrante da clínica Bem-estar, em Curitiba. "Aliá-la a tratamentos convencionais pode acelerar a cura e até reduzir o consumo de remédios" . Se você já cogitou experimentar os efeitos das agulhas contra dor de cabeça ou fisgadas na coluna (problemas campeões de reclamação nos consultórios desse tipo de atendimento), mas mudou de opinião quando pensou nas espetadas que levaria pelo corpo, já pode reconsiderar a idéia.

E nem pense que vamos defender a velha tese de que as agulhas são fininhas e não doem, mesmo que isso seja verdade. Elas realmente têm espessura menor que a de um alfinete e lembram um fio de cabelo. Mas, ainda que as picadas em si não machuquem, a simples constatação de que elas ocorrerão já deixa muita gente em pânico.

Então, que tal usufruir de todos os benefícios da técnica, mas sem toda aquela pinicação? Hai-hua; stiper; auriculoterapia;moxas, ventosas; reflexologia; colorpuntura e shiatsu (abaixo, saiba mais sobre todos eles) são exemplos de tratamentos que partem dos mesmos princípios da acupuntura, ou seja,a a estimulação de pontos que têm relação direta com o mal-estar que anda te afligindo. 
Mas isso não significa que você estará livre daquele desconforto momentâneo (por vezes, erroneamente associado à picada). A sensação de choque elétrico, peso ou mesmo dor que alguns pacientes relatam é resultado da ativação de terminações nervosas. "Mas, como isso acontece praticamente no momento em que inserimos a agulha, muita gente pensa que a o incômodo foi causado pela picada" , explica Thais Pamplona.

Ao entrar na pele, a agulha provoca uma pequena inflamação, estimulando o seu organismo a produzir substâncias naturais como serotonina, endorfina, encefalina e dinorfina, responsáveis pelos efeitos analgésico, antiinflamatório e antidepressivo. Entretanto, ação semelhante, ou até mais potente, é registrada pelos outros recursos.  
A moxa produz calor e resolve muito bem casos de doenças crônicas ou produzidas pelo frio e pela umidade. "Ela aquece a energia e o sangue do paciente, além de evitar a penetração do frio no interior do corpo quando a energia do individuo está enfraquecida" , diz a especialista.

E você está muito enganado se acha que essa sabedoria milenar ignora os avanços da tecnologia. Prova disso são as aplicações a laser feitas nos mesmos pontos em que as agulhas seriam colocadas. Os acupunturistas que dispõem do aparelho recorrem ao arsenieto de gálio, laser de baixa potência e sem poder destrutivo, segundo Thais. 

Os raios são absorvidos pelo corpo e estimulam os pontos escolhidos. Dada a potência da penetração, o tratamento com laser costuma ser mais curto do que o realizado com agulhas, além de ser muito eficaz com crianças e adultos agitados e ansiosos, com dificuldades para permanecer na maca enquanto recebem a aplicação. 

Poder das cores
Os avanços científicos também respondem pela criação da colorpuntura, técnica desenvolvida recentemente e que também dispensa as agulhas. No lugar delas, os especialistas usam uma espécie de caneta a pilha ou um pequeno aparelho de fibra óptica, ambos capazes de emitir raios coloridos. "A luz é direcionada exatamente ao ponto que precisa ser trabalhado" , diz o naturologista Munir Baracat, da clínica Corpo & Essência, em São Paulo 

A técnica usa os efeitos provocados por cinco cores, cada uma delas representando um elemento: vermelho (fogo); amarelo (terra); índigo (metal); azul (água) e verde (madeira). "A cor utilizada está relacionada com a cor do elemento que rege o meridiano. Então, seguindo essas especificações, selecionamos um tom para tonificar ou sedar um meridiano" , explica Munir. (conte com a ação das flores para viver melhor)

Ele dá um exemplo: uma pessoa com hipertensão receberia aplicações azuladas (água) para sedar o coração, cujo meridiano é regido pelo fogo, de acordo com a medicina tradicional chinesa.

Apesar de também usar as cores, a colorpuntura é bem diferente da famosa cromoterapia. "A cromoterapia é fundamentada por explicações da Física, que identificou as diferenças de freqüência e comprimento de onda em cada cor. Essa variedade permite que todos os tons sejam usados, dependendo da necessidade do paciente" , explica Munir. "Já na colorpuntura, ficamos restritos às cinco cores que eu citei, e nuances delas não prejudicam o tratamento" .(musicoterapia é alternativa para curar doenças)

Artrite, artrose, TPM (tensão pré-menstrual), tendinite, enxaqueca, intestino preso e ansiedade estão entre os problemas mais bem combatidos por essa espécie de acupuntura colorida. Em média, dez sessões encerram o tratamento. Elas duram cerca de meia hora e devem ser feitas semanalmente. (fuja dos maus hábitos que causama  gastrite)

Fuja das agulhas
Veja como se beneficiar da sabedoria chinesa, sem precisar dar uma prova de coragem


Hai-hua: o pequeno aparelho parece um rádio-relógio, acompanhado de fones de ouvido daqueles que você coloca dentro da orelha. Imagine, no entanto, imãs no lugar dos fones. Esses magnetos são colocados sobre os pontos certos e liberam cargas, numa estimulação semelhante à feita pelas agulhas. 

Stiper: são pastilhas macias produzidas com silício cristalizado e aglutinado com celulose vegetal, dois elementos 100% naturais, sem efeitos colaterais e sem contra-indicações. O silício é o mais potente ordenador de ondas e freqüências e tem um grau de eficiência muito próximo ao das agulhas. O adesivo é mantido sobre a pele por um período que varia de três a seis dias e, depois, retirado pelo próprio acupunturista. 

Colorpuntura: uma espécie de caneta que emite raios coloridos estimula os pontos, promovendo o reequilíbrio do organismo. 

Auriculoterapia: é um recurso da acupuntura que utiliza pontos no pavilhão de orelha. Utiliza sementes ou agulhas específicas, que podem ser deixadas no local por dias. 

Moxa: utiliza pequenos bastões de algodão com artemísia seca, aplicados nos mesmos pontos das agulhas. O calor atrai as toxinas e libera os caminhos de energia do corpo.(mau humor pode ser doença)

Ventosa: semelhante a um copo de vidro que, quando colocado na superfície da pele, produz uma pressão negativa cuja finalidade é descongestionar a energia e o sangue dos meridianos. 

Reflexologia: a planta do pé possui o mapa de todo o corpo humano. A pressão dos pontos de acupuntura na região desbloqueia o fluxo de energia, estimulando a cura e restaurando o equilíbrio do corpo. 

Shiatsu: os pontos de acupuntura são estimulados pela massagem feita com os polegares, dedos e palmas das mãos. É uma terapia preventiva, mas que pode ser usada como técnica complementar em alguns tratamentos. (saiba mais sobre o shiatsu)